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Notícias ST

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11
Mar

Indústria Nacional espera estabilização nos 55 mil m2

Escrito por Cláudia Mendes.

Os dados mais recentes da Apisolar relativos ao mercado solar térmico confirmam a queda de 4% em Portugal no ano passado. Em 2015, tudo aponta para uma estabilização da nova área instalada entre os 50 mil e 60 mil m2.

Os dados fechados em finais de Fevereiro da Apisolar - Associação Portuguesa da Indústria Solar confirmam que 2014 foi mais um ano de contracção para o mercado solar térmico português. A queda mantém-se, embora mais moderada do que os 7% avançados pela associação em finais do ano passado. As novas instalações corresponderam a 55 mil m2, ou seja, menos 4% do que em 2013. Como expectativa para este ano, o vice-presidente para o solar térmico da Apisolar, Victor Júlio, antevê uma "estabilidade em torno dos 50 mil a 60 mil m2, apontando a associação para os 55 mil.

Fonte: Edifícios e Energia

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18
Dez

Etiquetagem é o maior desafio do solar térmico em 2015

Escrito por Cláudia Mendes.

Etiquetagem__o_maior_desafioNa antevisão do próximo ano, a implementação da regulação comunitária da etiquetagem de sistemas solares térmicos será o maior desafio para o sector. Quem o afirmou foi Pedro Dias, secretário-geral da ESTIF – Federação da Indústria Solar Térmica Europeia, por ocasião da assembleia-geral da entidade, a 5 de Dezembro, em Bruxelas.

Fonte: Edifícios e Energia

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05
Ago

TIM II e TIM III

Escrito por Joana Freitas.

TIM II e TIM III – Técnicos de Instalação e Manutenção de edifícios e sistemas, esclarecimento sobre o enquadramento das novas candidaturas ao título profissional

Foi publicado hoje no sítio da DGEG o esclarecimento abaixo sobre o TIM II e III:

Por referência ao enquadramento dos novos quadros profissionais do Sistema de Certificação Energética (SCE), previsto nos termos conjugados do Decreto-Lei n.º 118/2013 e Lei n.º 58/2013, ambos datados de 20 de agosto, e com vista à salvaguarda da posição dos candidatos a TIM 2 e TIM 3 com nível 2 do Catálogo Nacional das Qualificações (CNQ) completo (curso eletromecânico concluído após 30 de novembro de 2011) ou nível 4 do CNQ completo (curso técnico de refrigeração e climatização concluído após 30 de Novembro de 2008), assim como os novos candidatos a TIM 2 ou TIM 3 a frequentar nível 2 ou 4, do CNQ, a 1 de Dezembro de 2013, a Direção-Geral de Energia e Geologia e a ADENE-Agência para a Energia, na qualidade, respetivamente, de entidades fiscalizadora e gestora do SCE, determinam que os candidatos que se encontram nas situações atrás descritas poderão apresentar junto da entidade gestora, o requerimento para emissão de título profissional e respetivo registo, instruído com os seguintes elementos:

- Comprovativo, emitido pela entidade formadora, de que à data da frequência do respetivo curso, a instituição tinha o reconhecimento da Direção-Geral de Emprego e das Relações de Trabalho;

- Experiência profissional mínima de:
  • Dois anos na área da eletromecânica de refrigeração e climatização, para os
    candidatos a TIM II;
  • Três anos na área de refrigeração e climatização, para os candidatos a TIM III.

- Documentação enunciada no artigo 6º da Portaria nº 66/2014, de 12 de Março.

- Os candidatos a TIM 2 e TIM 3, sem experiência profissional, com nível 2 do CNQ completo (curso eletromecânico concluído após 30 de Novembro de 2011) ou nível 4 do CNQ completo (curso técnico de refrigeração e climatização concluído após 30 de Novembro de 2008), assim como os novos candidatos a TIM 2 ou TIM 3 a frequentar nível 2 ou 4, do CNQ, a 1 de Dezembro de 2013, serão sujeitos a avaliação por via de exame realizado pela entidade gestora do SCE.

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21
Maio

Podemos chegar aos 120.000m2

Escrito por Cláudia Mendes.

O mercado solar térmico nacional regrediu, em 2013, para números semelhantes aos de 2007. O sector acredita que não há mais por onde descer e a verdade é que um novo regulamento que obriga ao uso de tecnologia nos edifícios de serviços pode ajudar a dinamizar o mercado. No entanto, diz a indústria, faz falta voltar a falar do solar térmico aos portugueses.

Em 2013 foram instalados em Portugal 57.234 m2 (40.064Kw) de novos colectores solares térmicos. Um número que, embora muito abaixo do potencial do país, não traz surpresas e representa uma nova queda do mercado: uma variação negativa de 37% relativamente a 2012. Um reflexo directo da conjuntura económica e, em particular, da fraca actividade da construção.

Do lado da indústria, há a convicção de que o mercado está no limite e não pode cair mais. Sendo assim, são apenas duas as hipóteses para 2014: ou estagna ou cresce.

Notícia Completa

Fonte: Edifícios e Energia

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18
Mar

Uma queda que é preciso travar

Escrito por Cláudia Mendes.

Portugal é um dos países da Europa com maior incidência de radiação solar. Por cá, o número médio anual de horas de sol é de, aproximadamente, 2500. É por isso que o solar térmico assume importância no nosso país e no âmbito de uma política nacional e europeia de energias renováveis. Os especialistas consideram que o solar térmico pode representar um contributo importante no cumprimento da política europeia 20-20-20.

A crise económica que tem afectado o modelo de negócio de muitas empresas não tem ajudado. No final de Janeiro a associação do sector, a APISOLAR, emitiu um comunicado onde defendia a importância de o enquadramento legislativo ter em conta os pequenos produtores. Um texto que publicamos neste dossier dedicado ao tema (ver abaixo). E na verdade, em 2013, o mercado registou uma quebra significativa, muito à custa da crise financeira.

Fonte: O Instalador

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