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07
Fev

Solar térmico: Europa recua 8% em 2012

Escrito por Cláudia Mendes.

O ano que passou voltou a ser difícil para a indústria solar térmica europeia e espera-se que o mercado tenha caído 8%, avançou o presidente da ESTIF (European Solar Thermal Industry Federation), Robin Welling.                                               Solar_trmico_Europa_recua_8_em_2012

"À excepção de poucos países, como a Polónia, Dinamarca e Bélgica, os grandes 'suspeitos do costume' deparam-se com um mercado negativo ou estagnado em 2012. No total, o mercado europeu caiu perto de 8%", afirmou o responsável em entrevista exclusiva* à Edifícios e Energia. Os dados e números exactos serão publicados em Junho, no relatório anual de estatísticas da ESTIF.

Fonte: Revista Edifícios & Energia

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23
Jan

Solar térmico: Indústria espera queda de 45% em 2012

Escrito por Cláudia Mendes.

O mercado nacional para a energia solar térmica deverá registar uma queda de 45% em 2012, estimam os últimos dados do Observatório da Associação Portuguesa da Indústria Solar - APISOLAR. No entanto, as perspectivas para 2013 são melhores, uma vez que se espera que o novo incentivo à instalação de sistemas solares térmicos no sector residencial, Edifício Eficiente, abrande a curva negativa.

O relatório apresenta os números do terceiro de trimestre de 2012, altura em que a nova área instalada de colectores solares térmicos atingiu os 52.122 m2, representando uma queda de 26% comparativamente com o mesmo período do ano anterior.

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07
Dez

Aposta na eficiência pode dar novo fôlego à energia térmica

Escrito por Cláudia Mendes.

Enquanto não são publicados os novos enquadramentos estratégicos para o sector da energia, no que toca às energias renováveis e à eficiência energética, o mercado mantém-se em suspenso. A aposta tem sido no aumento da eficiência e na exportação.

A versão final do Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis e do Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAER e PNAEE) será publicada até ao final do ano, assegurou fonte da Direcção-Geral de Energia e Geologia ao Água&Ambiente.
O processo está a decorrer «conforme o expectável», estando actualmente a ser considerados os contributos da consulta pública que findou em Maio deste ano. Na versão do PNAEE então disponibilizada no site da DGEG, o documento definia uma revisão em alta da meta nacional de energia solar térmica, que fica estipulada em 26 024 tep até 2015.

Em equipamentos públicos, a medida para o solar térmico deverá manter-se sendo a meta de 6138 tep. Já no PNAER, destaque para a promoção da biomassa no aquecimento residencial e a promoção do consumo de pellets, através da aquisição ou substituição doméstica de caldeiras.

Como o Estado quer dar o exemplo e reduzir a sua factura energética em 30 por cento, nomeadamente através da implantação do programa Eco.AP - Programa de Eficiência Energética na Administração Pública, é expectável que haja uma dinamização do mercado de comercialização de equipamentos de geração e aproveitamento de energia térmica. No entanto, aguarda-se ainda a publicação dos cadernos de encargos tipo, que vão permitir às empresas de serviços energéticos saberem com que linhas se cose o mercado. Até agora, o investimento tem sido protagonizado essencialmente pela indústria, por uma questão de eficiência energética e de poupança na factura de electricidade.

Para Maria João Rodrigues, presidente da APISOLAR - Associação Portuguesa da Indústria Solar, é no Eco.AP que estão depositadas as maiores expectativas para a dinamização do mercado do solar térmico, ainda que o aquecimento de águas não seja utilizado em muitos edifícios da Administração Pública. E isto porque o mercado de construção está parado e também não se esperam incentivos fiscais à reabilitação.

Notícia Completa

Fonte: Água&Ambiente


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22
Nov

Linhas de financiamento e portaria para o Eco.AP estão para “breve”

Escrito por Cláudia Mendes.

O programa Eco.AP, a revisão da Regulamentação Térmica e a eficiência energética na indústria foram os temas centrais da conferência "Mais energia. Mais eficiência", que teve lugar esta manhã no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Durante o encontro, organizado pela ADENE, foi possível saber que a publicação da portaria que vai regular o caderno de encargos e programa de procedimentos dos contratos de desempenho energético a realizar entre as empresas de serviços energéticos e o Estado está para "muito breve". A informação foi dada por João Bernardo, da Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG), que adiantou também que estão a ser finalizadas "soluções de financiamento, tais como linhas de crédito", no âmbito do programa, que serão apresentadas em breve.

                                 Pedro_Cabral_-_Director_geral_DGEG.__Revista_Climatizao_2 Fonte: Revista Climatização

Apesar destes anúncios, Miguel Matias, presidente da associação portuguesa das empresas de serviços de energia, APESEnergia, lamenta que não haja ainda nada concreto. "É um passo importante para conseguirmos executar o plano, em particular no Eco.AP. Não é infelizmente tudo o que esperávamos, esperávamos realmente ter neste momento, aliás até há mais algum tempo, tudo publicado para começarmos a conseguir as poupanças para o Estado. Reforço a ideia de que, a cada semana que passa, o Estado perde 1 milhão de euros  por não estar a poupar e é nisso que temos de nos focar", referiu à Climatização. "Precisamos que estes programas estejam rapidamente cá fora, que haja realmente estas linhas de crédito que foram hoje anunciadas, que é uma excelente medida, e que  consigamos realmente trazer a eficiência energética para o Estado. E poupar dinheiro aos contribuintes, que é o que realmente se pretende  neste programa", acrescentou.

Ainda no âmbito do Eco.AP, foram apresentados dois protocolos, um com a Câmara Municipal de Lisboa, outro com o Ministério da Saúde, que visam a implementação no futuro de contratos de desempenho energético em três centros hospitalares e  a preparação de contrato para implementar um sistema energeticamente eficiente de semaforização na capital.

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14
Nov

2012 contínua difícil para o sector

Escrito por Cláudia Mendes.

As prespectivas para a Indústria Solar Térmica portuguesa em 2012 não eram, à partida, as melhores, e os números do primeiro semestre confirmam os maus resultados. A queda foi de 35% nas vendas de colectores solares térmicos, comparativamente com o mesmo período do ano passado, segundo apurou o Observatório da Apisolar.

Chegada a segunda metade de 2012, é tempo de fazer balanços e a associação para a insdústria solar portuguesa, Apisolar, apresentou no seu Observatório, os primeiros números para a tecnologia solar térmica. Assim, até Junho, foram instalados 41.315 m2 de novos colectores. Estes dados mostram uma queda de 35% relativamente ao período homólogo do ano passado.

                       Continua_a_ser_difcil_para_o_sector Fonte: Revista Climatização

Para o resto de 2012, as previsões continuam sem ser animadoras e, de acordo com a Apisolar, a queda de 35% vai provavelmente manter-se. "Não é de esperar que as condições económicas do país melhorem de forma a permitir variações sensíveis no mercado, tampouco é de esperar qualquer alteração positiva nos mecanismos de incentivo ao sector solar térmico", refere o documento estatístico.

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