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APISOLAR - Notícias PV
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Notícias PV

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07
Dez

Mercado do fotovoltaico aguarda orientações da tutela

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

O desinvestimento do Governo no sector pode estrangular o mercado, garantem as empresas. A definição de um regime bonificado, a acontecer, será uma das poucas boas notícias que o sector irá receber até ao final do ano.

A Revisão do Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis, ainda em curso, deixa antever uma quebra de mais de metade no mercado de geração de energia solar fotovoltaica em regime e produção especial, relativamente à estratégia da anterior Governo. No documento submetido a consulta pública, em Junho, pode ler-se que, à semelhança das outras fontes produtoras em regime especial, na electricidade solar estão suspensos novos compromissos até à revisão do plano, agendada para 2014. Só nessa altura poderão existir potenciais atribuições de potência em caso de atraso face às metas para 2020.

Para a APESF - Associação POrtuguesa das Empresas do Sector Fotovoltaico, esta revisão não traz nada de bom ao sector solar: 1500 MW de potência instalada até 2020 significa, segundo o vice-presidente, Carlos Sampaio, uma redução de 63 por cento, face aos 500 MW agora inscritos no plano. «É um desinvestimento solar brutal», confessa o responsável. O solar fotovoltaico tem apenas 1.5 por cento da potência instalada, segundo o relatório de Agosto da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). «O fotovoltaico tem grande capacidade de crescimento em Portugal», defende, ainda. O responsável acrescenta que o que se sabe relativamente à micro e minigeração ainda é muito pouco, o que configura uma preocupação para o IPES. «Temos tentado e pedido que a publicação saia ainda este ano, já que o processo deveria ser iniciado no começo do próximo ano», nota.

Semelhante expectativa tem a APISOLAR, na figura da presidente Maria João Rodrigues, que espera que venha a ser viabilizado o regime bonificado, ainda que com uma revisão das tarifas em baixa. «Há muitas incógnitas: tivemos uma reunião com a Direcção-Geral de Energia e Geologia em Outubro, e, já em Novembro houve reuniões importantes com várias emtidades. estamos à espera de novidades», confirma a responsável, defendendo que é «uma completa desorientação para as empresas o facto de não saberem como vai funcionar o seu mercado no próximo ano». Uma indefinição que tem representado um «estrangulamento» para as empresas que actuam neste sector.

Fonte - Água&Ambiente

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16
Out

Produzir eletricidade em casa corta subsídio de desemprego

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

Ter painéis solares é considerado uma actividade independente e, por isso, rendimento extra. mas só dá desconto na fatura

Ter painéis solares em casa pode já não trazer tantas vantagens financeiras como se esperava. A adicionar ao tempo que demora a rentabilizar o projeto surgem agora uma série de alterações fiscais que podem penalizar os microprodutores.

Em causa está o facto de, no início deste ano, o ministério das Finanças ter obrigado todos os que têm painéis em casa a abrir atividade independente e a declarar os rendimentos que têm com a venda de energia. Ao abrir atividade, estes microprodutores passam a ter um rendimento extra ao seu salário e, se ficarem desempregados, podem ver o subsídio cortado. "Em caso de perda de trabalho, se continua a existir outro rendimento, o subsídio pode ser atribuído parcialmente", disse Nuno Morgado, advogado especialista em direito do trabalho da PLMJ. E explica: "O subsídio máximo é hoje de 1.049 euros mensais. Se os rendimentos da venda de energia forem, por exemplo, 500 euros, então o subsídio passa a ser de 549 euros".

De acordo com este responsável, esta situação é válida mesmo no caso destes rendimentos estarem isentos de IRS, como é o caso da maioria dos ganhos auferidos pelos microprodutores. É que, ao abrigo da legislação em 2008 - quando o governo de Sócrates começou a atribuir licenças para a microgeração - os

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01
Out

Qualidade de painéis solares fotovoltaicos

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

O presente artigo foca-se na qualidade dos painéis solares fotovoltaicos. Identificam-se as razões pelas quais este é um aspeto fulcral para a qualidade das instalações, no que se refere ao seu desempenho e segurança. São apresentadas as principais causas de defeito e falha, bem como as melhoras práticas para selecionar painéis fotovoltaicos.

     Qualidade_dos_painis_solares_fotovoltaicos Maria João Rodrigues | Presidente APISOLAR

No preço é que está o ganho
– ou talvez não

No mercado nacional tem-se assistido a uma competição feroz pelas escassas licenças existentes para micro e minigeração fotovoltaica. Existe evidência que esta competição baseia-se essencialmente no preço e financiamento oferecidos, em detrimento da qualidade dos sistemas.

A decisão baseada apenas no preço acarreta  perigos  claros. Raramente o cliente de micro e minigeração é suficientemente educado para lhe permitir introduzir variáveis de qualidade na sua decisão. Frequentemente, a venda e instalação de equipamento é feita às 
cegas, sem grande noção da real qualidade daquilo que se oferece e do seu desempenho futuro. Um regulamento técnico e de qualidade nacional, cobrindo aspetos mecânicos e elétricos, para a instalação de sistemas fotovoltaicos de micro e minigeração são inexistentes. Isto claro, a menos de esquemas de interligação com a rede pública e de qualificação de inversores  e  contadores. Continua-se a acreditar no nosso meio profissional que a instalação de uma micro ou minigeração é idêntica em requisitos de projeto elétrico e de segurança.

É a mesma coisa, ouve-se frequentemente. Mas não é. Quer o consumidor final quer o instalador, este especialmente quando acorda contratos de operação e manutenção com garantia de produção, podem sofrer danos financeiros irreparáveis.

Precisamos de qualidade – de qualidade de produtos, de qualidade de sistemas, de qualidade das instalações. precisamos de qualidade regulamentada, para que seja mais equilibrada a competição. precisamos de clientes e instaladores informados e formados. Quanto maior for a experiência e qualidade ganhas no mercado nacional, melhores serão as perspetivas de um futuro mercado nacional sustentado, na ausência de tarifas bonificadas; e mais consolidadas estarão as competências que permitirão a mais empresas nacionais prosseguir trajetórias de internacionalização. 

A quase extinção de um mercado, com a redução drástica da confiança do consumidor final e resultante da falta de qualidade das instalações, é-nos próxima. Custou um deserto de quase 20 anos ao solar térmico. Aprendamos com a história.

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17
Set

Eólicas aceitam mudanças, solares na expecativa

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

São conhecidas algumas medidas, mas não todas. O sector sente-se parado, mas tem esperança que a aposta nas energias renováveis continue.

Cortes  nas  “rendas”  e  nos subsídios. Mudança súbita na estratégia para as energias renováveis. Travão a fundo? Associações e Ministério tentam chegar a consensos para que a estratégia nacional não deixe de passar pelas energias verdes, apesar de já terem surgido notícias de intenções no corte das metas para 2020. E se do lado do ministro as palavras escolhidas nem sempre são as mais doces, as empresas e associações apenas querem que a vida - e os seus negócios - não parem. A uma publicação, o secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, disse não estar contra a a aposta nas energias renováveis. “A aposta é para manter, mas não sem olhar a custos”.

...

3 Solar e fotovoltaico

“Aguardamos com expectativa uma revisão do projecto-lei para a área da micro e da minigeração”, afirma Maria João Rodrigues, presidente da Associação Portuguesa da Indústria Solar (APISOLAR). “Contamos com a fusão dos dois sistemas e também a introdução da net metring”, um conceito de rede inteligente que prevê que os micro e mini-produtores de electricidade, que hoje vendem tudo o que produzem à rede, passem também a consumir. Estes são os dois temas em que a APISOLAR tem alguma esperança. Apesar dos objectivos para os micro e miniprodutores em 2012 ter sido 50% abaixo do ano anterior. A grande dúvida é sobre os regimes bonificados. “Nós achamos que o regime bonificado deve manter-se por mais dois anos”, mantendo-se a redução de tarifas que estava prevista. Se acabar já a bonificação, “então estamos em muito maus lençóis”, afirma a presidente. Isto porque já se sente a evolução negativa das empresas que operam nesta área - “há muitas empresas a falir, a despedir, a redireccionarse para outras áreas” e também a sair da associação por falência. Se no ano passado esta contava com 168 associados, hoje estes são apenas 123.

Maria João Rodrigues confia que o Governo perceba a importância do sector para a economia nacional. E sublinha que qualquer legislação que promova a ‘net metring’ pode contribuir para aumentar a experiência das empresas portuguesas que começam a olhar para fora, nomeadamente para o Brasil.

Notícia Completa

Fonte: Diário Económico


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13
Set

Dois novos parques de energia solar começam este mês a produzir eletricidade

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

Dois novos parques de energia solar fotovoltaica, em Silves e Albufeira, vão começar a produzir ainda este mês eletricidade equivalente ao consumo doméstico de mais de 17 mil pessoas, revelou à Lusa o porta-voz da empresa construtora.

Os parques, situados em Alvalades (Silves) e em Ferreiras (Albufeira), vão ser inaugurados a 25 de setembro, mas já foram ligados à rede, segundo José Barata, responsável pela comunicação da Martifer Solar, empresa do grupo Martifer.
 
Em conjunto, as unidades deverão evitar a emissão de 14.154 toneladas de dióxido de carbono por ano, sendo a eletricidade produzida "o equivalente ao consumo doméstico de mais de 17.500 habitantes".
 
"A eletricidade produzida por estes dois parques será entregue na rede, conforme estabelece a legislação em vigor, para consumo público", acrescentou.
 
Os dois parques vão depois ser explorados pelo BNP Paribas Clean Energy Partners, atual detentor das licenças, tendo a Martifer Solar sido a empresa escolhida há dois anos pela Direção Geral de Energia e Geologia para construir as unidades.
 
O parque instalado em Alvalades ocupa uma área de 412.520 metros quadrados (41,3 hectares), tem 60.080 módulos e uma capacidade de produção de 15,6 MWp (unidade de medida de potência elétrica).
 
De menor dimensão, o parque de Ferreiras foi construído em 160.760 metros quadrados (16,1 hectares) e pode, com os seus 28.320 módulos, produzir 6,8 MWp, segundo as informações avançadas pelo construtor.
 
A construção dos dois parques envolveu 200 trabalhadores, 120 em Alvalades e 80 em Ferreiras e, no conjunto contarão com mais de uma dezena de pessoas para a sua operação e manutenção, frisou o responsável.
 
A Martifer Solar considera que o Algarve, "pelas suas características climatéricas, é uma das regiões europeias com melhores condições para a instalação de projetos fotovoltaicos" como os que vão ser inaugurados no dia 25, que permitem "a produção de uma energia limpa e sem a emissão de dióxido de carbono (CO2)".

Fonte: Lusa
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