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07
Jan

Fotovoltaico: Novas reduções nas tarifas de referência em vigor

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

Com a entrada do novo ano, entram também em vigor as novas tarifas de referência para a geração de electricidade renovável a partir de energia solar através de tecnologia fotovoltaica (mini e micro produção). O valor das tarifas foi fixado pelas Portarias nº430/2012 e 431/2012, publicadas a 31 de Dezembro em Diário da República.

Desta forma, para a miniprodução, passa a aplicar-se uma percentagem de redução anual de 30% à tarifa, que é agora de 151 Euros/MWh. Já para a microprodução, a redução anual será de 130 Euros/MWh para o primeiro período de oito anos e de 20 Euros/MWh para o segundo período de sete anos, o que significa que as tarifas de referência passam a ser de 196 Euros/MWh e de 165 Euros/MWh, respectivamente.

O documento legal justifica esta actualização com a evolução dos mercados da tecnologia fotovoltaica, que "continuou a pautar -se pela redução do preço dos equipamentos com impactos favoráveis nos custos do investimento e nos níveis de procura desta tecnologia", no sentido de "assegurar que a referida evolução possa beneficiar também o consumidor de electricidade".

A Portaria nº431/2012 estabelece ainda o valor da quota de potência a alocar, a partir de 2013, para a microprodução, nos 11 MW, "elevando o seu valor de forma a propiciar um mais amplo acesso a esta forma de pequena produção distribuída".

Fonte: Revista Climatização
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02
Jan

Painéis solares e janelas têm novos apoios financeiros

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

Governo criou Fundo de Eficiência Energética com dotação de 5 milhões. Ajuda é de 1500 euros para painéis solares e de 1250 para janelas

O Governo quer que o consumo de energia seja mais eficiente. Apenas 10% das casas estão certificadas, mas os novos apoios às famílias que instalem painéis solares e janelas poderão acelerar processo.

No final do ano passado, a União Europeia instituiu 2012 como o ano da sustentabilidade para todos, dando particular relevo à eficiência energética. O objetivo era reforçar as metas de redução de 20% do consumo de energia, incentivando a utilização de eletrodomésticos de classe A e de lâmpadas eficientes ou a alteração de alguns hábitos de consumo, como desligar os equipamentos das tomadas quando não estão em uso.

A forma de aplicação destas medidas depende de cada um dos Estados-membros e Portugal, já desde 2001, que decidiu ir ainda mais longe em relação às metas da União Europeia e definiu, para 2020, uma redução de 25% no consumo de energia primária e de 30% no consumo dos edifícios públicos.

De acordo com o diretor-geral da Adene, Filipe Vasconcelos, 2012 foi, apesar da celebração do ano da sustentabilidade e ainda das adversidades económicas, um momento para continuar o trabalho que sido desenvolvido até agora, disponibilizando acesso a novos instrumentos de apoio financeiro.

Assim, em novembro, no âmbito do Fundo de Eficiência Energética, que tem uma dotação de cinco milhões de euros, o Governo lançou um novo apoio à instalação de janelas eficientes e de painéis solares para aquecimento de águas, que oferece até 1250 e 1500 euros respetivamente.

A candidatura é válida apenas para consumidores domésticos, mas para aceder, diz Filipe Vasconcelos, é necessário recorrer às instaladoras certificadas e também ter um certificado energético que ateste que a casa precisa de novas janelas e/ou de painéis solares.

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07
Dez

Mercado do fotovoltaico aguarda orientações da tutela

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

O desinvestimento do Governo no sector pode estrangular o mercado, garantem as empresas. A definição de um regime bonificado, a acontecer, será uma das poucas boas notícias que o sector irá receber até ao final do ano.

A Revisão do Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis, ainda em curso, deixa antever uma quebra de mais de metade no mercado de geração de energia solar fotovoltaica em regime e produção especial, relativamente à estratégia da anterior Governo. No documento submetido a consulta pública, em Junho, pode ler-se que, à semelhança das outras fontes produtoras em regime especial, na electricidade solar estão suspensos novos compromissos até à revisão do plano, agendada para 2014. Só nessa altura poderão existir potenciais atribuições de potência em caso de atraso face às metas para 2020.

Para a APESF - Associação POrtuguesa das Empresas do Sector Fotovoltaico, esta revisão não traz nada de bom ao sector solar: 1500 MW de potência instalada até 2020 significa, segundo o vice-presidente, Carlos Sampaio, uma redução de 63 por cento, face aos 500 MW agora inscritos no plano. «É um desinvestimento solar brutal», confessa o responsável. O solar fotovoltaico tem apenas 1.5 por cento da potência instalada, segundo o relatório de Agosto da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). «O fotovoltaico tem grande capacidade de crescimento em Portugal», defende, ainda. O responsável acrescenta que o que se sabe relativamente à micro e minigeração ainda é muito pouco, o que configura uma preocupação para o IPES. «Temos tentado e pedido que a publicação saia ainda este ano, já que o processo deveria ser iniciado no começo do próximo ano», nota.

Semelhante expectativa tem a APISOLAR, na figura da presidente Maria João Rodrigues, que espera que venha a ser viabilizado o regime bonificado, ainda que com uma revisão das tarifas em baixa. «Há muitas incógnitas: tivemos uma reunião com a Direcção-Geral de Energia e Geologia em Outubro, e, já em Novembro houve reuniões importantes com várias emtidades. estamos à espera de novidades», confirma a responsável, defendendo que é «uma completa desorientação para as empresas o facto de não saberem como vai funcionar o seu mercado no próximo ano». Uma indefinição que tem representado um «estrangulamento» para as empresas que actuam neste sector.

Fonte - Água&Ambiente

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16
Out

Produzir eletricidade em casa corta subsídio de desemprego

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

Ter painéis solares é considerado uma actividade independente e, por isso, rendimento extra. mas só dá desconto na fatura

Ter painéis solares em casa pode já não trazer tantas vantagens financeiras como se esperava. A adicionar ao tempo que demora a rentabilizar o projeto surgem agora uma série de alterações fiscais que podem penalizar os microprodutores.

Em causa está o facto de, no início deste ano, o ministério das Finanças ter obrigado todos os que têm painéis em casa a abrir atividade independente e a declarar os rendimentos que têm com a venda de energia. Ao abrir atividade, estes microprodutores passam a ter um rendimento extra ao seu salário e, se ficarem desempregados, podem ver o subsídio cortado. "Em caso de perda de trabalho, se continua a existir outro rendimento, o subsídio pode ser atribuído parcialmente", disse Nuno Morgado, advogado especialista em direito do trabalho da PLMJ. E explica: "O subsídio máximo é hoje de 1.049 euros mensais. Se os rendimentos da venda de energia forem, por exemplo, 500 euros, então o subsídio passa a ser de 549 euros".

De acordo com este responsável, esta situação é válida mesmo no caso destes rendimentos estarem isentos de IRS, como é o caso da maioria dos ganhos auferidos pelos microprodutores. É que, ao abrigo da legislação em 2008 - quando o governo de Sócrates começou a atribuir licenças para a microgeração - os

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01
Out

Qualidade de painéis solares fotovoltaicos

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

O presente artigo foca-se na qualidade dos painéis solares fotovoltaicos. Identificam-se as razões pelas quais este é um aspeto fulcral para a qualidade das instalações, no que se refere ao seu desempenho e segurança. São apresentadas as principais causas de defeito e falha, bem como as melhoras práticas para selecionar painéis fotovoltaicos.

     Qualidade_dos_painis_solares_fotovoltaicos Maria João Rodrigues | Presidente APISOLAR

No preço é que está o ganho
– ou talvez não

No mercado nacional tem-se assistido a uma competição feroz pelas escassas licenças existentes para micro e minigeração fotovoltaica. Existe evidência que esta competição baseia-se essencialmente no preço e financiamento oferecidos, em detrimento da qualidade dos sistemas.

A decisão baseada apenas no preço acarreta  perigos  claros. Raramente o cliente de micro e minigeração é suficientemente educado para lhe permitir introduzir variáveis de qualidade na sua decisão. Frequentemente, a venda e instalação de equipamento é feita às 
cegas, sem grande noção da real qualidade daquilo que se oferece e do seu desempenho futuro. Um regulamento técnico e de qualidade nacional, cobrindo aspetos mecânicos e elétricos, para a instalação de sistemas fotovoltaicos de micro e minigeração são inexistentes. Isto claro, a menos de esquemas de interligação com a rede pública e de qualificação de inversores  e  contadores. Continua-se a acreditar no nosso meio profissional que a instalação de uma micro ou minigeração é idêntica em requisitos de projeto elétrico e de segurança.

É a mesma coisa, ouve-se frequentemente. Mas não é. Quer o consumidor final quer o instalador, este especialmente quando acorda contratos de operação e manutenção com garantia de produção, podem sofrer danos financeiros irreparáveis.

Precisamos de qualidade – de qualidade de produtos, de qualidade de sistemas, de qualidade das instalações. precisamos de qualidade regulamentada, para que seja mais equilibrada a competição. precisamos de clientes e instaladores informados e formados. Quanto maior for a experiência e qualidade ganhas no mercado nacional, melhores serão as perspetivas de um futuro mercado nacional sustentado, na ausência de tarifas bonificadas; e mais consolidadas estarão as competências que permitirão a mais empresas nacionais prosseguir trajetórias de internacionalização. 

A quase extinção de um mercado, com a redução drástica da confiança do consumidor final e resultante da falta de qualidade das instalações, é-nos próxima. Custou um deserto de quase 20 anos ao solar térmico. Aprendamos com a história.

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