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16
Maio

APISOLAR aplaude reforço da quota de microgeração

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

Governo deu luz verde à transferência de 2.5 MW por interligar. Limite anual está agora fixado em 12.5 MW e ajudará a atenuar a quebra de milhares de sistemas e de facturação.

O Executivo deu seguimento à proposta da Associação Portuguesa da Indústria Solar (APISOLAR), enviada no início de Março à DGEG, para reforçar a quota de 10 MW disponibilizada para o regime de microgeração em 2012. O objectivo do sector passava por aproveitar a potência que ficou por instalar, no ano passado, em sistemas de microgeração solar. A Direcção Geral de Energia já deu luz verde: será transferida a quota não executada em 2011 num total de 2.5 MW.

"A APISOLAR congratula-se com o despacho do director-geral de Energia de 27 de Março de 2012, publicado no SRM (sistemas de registo da  microprodução) a 29 de Março", afirmou à Climatização Maria João Rodrigues, presidente da APISOLAR, adiantando que transitará 2.5 MW de quota não executada no ano passado. Uma pretensão da APISOLAR, APESF (Associação POrtuguesa de Empresas de Solar Fotovoltaico) e AGEFE (Associação Empresarial dos Sectores Eléctrico, Electrodoméstico, Fotográfico e Electrónico), que o novo director-geral de Energia,  Escada da Costa, deu seguimento.

Esta responsável adianta que foram avançados vários argumentos, aquando da formalização das propostas em memorando. Destaca aqui que a quota de microgeração disponível para 2012, no total de 10 MW, encontra-se preenchida, se contabilizada pelo número de registos pagos e que historicamente existe uma taxa de insucesso associada a estes registos (não concretizados em instalações ligadas à rede). É ainda sustentado que os prazos legais para a implementação de uma microgeração podem estender-se até oito meses, resultante dos períodos ordinários e extraordinários para pedidos de inspecção e reinspecção. E que a calendarização de atribuição de licenças previstas para 2012 é tal que apenas na sessão de Abril começarão a ser atribuidas licenças aos registos pagos em Janeiro deste ano. "Apenas no final de Agosto se conhecerá a potência efectivamente concretizada da primeira sessão de atribuição de 2012, representativa de 20% da quota anual", realça Maria João Rodrigues.

O despacho da DGEG dá ainda conta que é acelerada a atribuição de potência nas sessões de Março a Julho, duplicando-se o número de lincença atribuídas mensalmente (com excepção de Julho) e reservando-se as atribuições nos meses de Setembro e seguintes de eventuais saldos que venham a ser apurados durante 2012 como consequência da não concretização de registos pagos.

Recorde-se que, entre 2008 e 2011, este regime foi responsável por cerca de 57 MW, 98% dos quais realizados com sistemas solares fotovoltaicos. Contas feitas, existem já 16.000 microprodutores solares em Portugal. para 2012, face aos cortes nos limites anuais de potência, os responsáveis do sector apelaram à DGEG que transitasse cerca de 3 MW que ficaram por interligar o ano passado. A medida visa atenuar a quebra de instalação de milhares de sistemas e de facturação da ordem dos 60%. A proposta foi avançada à DGEG depois dos recentes cortes aplicados pelo Governo nas quotas de mini e microgeração que implicaram uma contracção de 60% dos limites anuais de potência, tendo a APISOLAR antecipado que estes cortes levariam a uma retracção da instalação de sistemas - dos 7.150 sistemas instalados, em 2011 (ano em que limite de potência a atribuir se fixou nos 25 MW), para cerca de 2.850, durante este ano. Uma evolução que levou a APISOLAR a estimar que a facturação de 28,5 milhões prevista para 2012 poderia elevar-se para 37 milhões caso fosse dada luz verde à transferência de potência, ao garantir a instalação de mais 3.700 sistemas.

Fonte: Climatização

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16
Maio

Estação do Cais do Sodré recebe central solar

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

Parceria Transtejo - EDP

A estação fluvial do Cais Sodré vai receber uma central fotovoltaica, ao abrigo de um acordo estabelecido entre o Grupo Transtejo e a EDP. Unidade de minigeração fotovoltaica, a central vai permitir transformar a radiação solar em energia elétrica, contribuindo para a redução das emissões de dióxido de carbono e preservação ambiental.

Durante o período de cedência do espaço para instalação e exploração da unidade de minigeração será paga uma renda mensal ao Grupo Transtejo, sendo que após esse período será feita a passagem da propriedade da central da EDP para o Grupo Transtejo.

De acordo com João Pintassilgo, Presidente do Grupo Transtejo, “a Transtejo, com o objetivo de dar continuidade  à sua política de Desenvolvimento Sustentável e no seguimento dos Princípios de Bom Governo das empresas do Setor Empresarial do Estado (SEE), desenvolve desde 2008 um conjunto de ações e atividades que foram tornando visível a estratégia da empresa em matéria ambiental. Foi com este objetivo que optámos pela instalação de uma central fotovoltaica da EDP”.

A EDP, por seu lado, refere que “a energia solar apresenta um enorme potencial. É neste âmbito que se enquadra esta parceria com a Transtejo, um projeto que vem refor çar a nossa aposta neste sector ”.  A empresa líder mundial pelo segundo ano consecutivo do Índice Dow Jones de Sustentabilidade nas empresas do setor elétrico, acrescenta que “sendo uma energia renovável, é uma aposta que se enquadra plenamente no compromisso da EDP para com o Desenvolvimento Sustentável”.

Face aos resultados obtidos, e após análise dos mesmos, a parceria poder-se-á estender a outros terminais do Grupo Transtejo.

Fonte: Transportes em revista

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09
Maio

Estratégia Energética do Governo põe agentes do Sector em Alta Tensão

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

Associações não conseguem reunir com o Ministério da Economia e ninguém sabe onde pára o PNAER

A actuação do Governo no domínio da energia já vez soar os sinais de alarme nos operadores do mercado. Cercado de críticas de várias associações do sector energético, o Executivo tem recebido diversos pedidos de reuniões. "A Cogen solicitou reiteradamente, de modo formal e informal, reuniões com o Ministério da Economia, sem sucesso", disse ao Negócios o presidente da associação que representa a industria da cogeração, Miguel Gil Mata.

A Cogen não é caso isolado. Também a Apisolar, que defende a indústria solar em Portugal, já solicitou uma reunião, para esclarecer as incógnitas do novo Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis (PNAER) e do plano para a eficiência energética (PNAEE). "O PNAER e o PNAEE estão inconsistentes", comenta a presidente da Apisolar, Maria João Rodrigues, que aponta aos documentos "fragilidades do ponto de vista metodológico".

Os Planos que definem a estratégica energética de longo prazo (até 2020) estão em consulta pública até dia 18. Mas os documentos com as novas orientações desapareceram da "homepage" da Direcção Geral de Energia e Geologia um dia após terem sido publicados. O Ministério da Economia não explicou o sucedido.

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Fonte: Jornal de Negócios

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24
Abr

APISOLAR quer esclarecimentos

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias

A associação da indústria solar portuguesa, APISOLAR, solicitou uma audiência à Secretaria de Estado da Energia (SEE) para esclarecimentos sobre a proposta de revisão dos Planos Nacionais de Acção para a Eficiência Energética e para as Energias Renováveis (PNAEE e PNAER), actualmente em consulta pública.

                                                         Maria Fonte: Climatização

Maria João Rodrigues, presidente da APISOLAR, explica que "não considera que o documento seja minimamente explícito em relação a estas áreas, particularmente quanto à microgeração e ao solar térmico. Por isso, estamos a tentar marcar uma audiência com o ministério da Economia para tentar clarificar as medidas propostas". No comunicado desta associação representante dos distribuidores, fabricantes e instaladores do sector solar, pode ler-se que o pedido de audiência com SEE tem como objectivo "esclarecer a abordagem estratégica ao regime da microprodução e às disposições relativas à energia solar térmica".

De forma a poder tomar uma posição final face ao proposto, "a APISOLAR pretende em particular esclarecer qual o enquadramento das medidas lançadas no âmbito do trabalho que tem vindo a desenvolver em conjunto com as restantes associações do sector, com a SEE e Direcção Geral de Energia e Geologia", refere a associação em comunicado".

A revisão do PNAEE e PNAER está em consulta pública até 18 de Maio no sítio oficial da DGEG.

Fonte: Climatização

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20
Abr

MAIS EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PARA PORTUGAL

Escrito por Cláudia Mendes. Posted in Notícias


As associações empresariais portuguesas com actividade em eficiência energética e produção local de energia através de fontes renováveis (FER), APISOLAR, ANFAJE, APESF, AGEFE, APIRAC, AFIQ, ANPEB, APESENERGIA e CEBIO, constituiram no passado dia 13 de Abril a plataforma comum de trabalhos MAIS EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PARA PORTUGAL.

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Linhas de orientação para a revisão do PNAE e PNAER - Consulta pública

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