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WEEECYCLE – Nova entidade gestora de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE)

O mercado nacional vai passar a contar com uma nova entidade gestora de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, a WEEECYCLE.

A WEEECYCLE é uma associação criada por produtores de equipamentos elétricos e eletrónicos (EEE), com o apoio das Associações mais significativas do setor, tendo como objetivo introduzir no mercado nacional um modelo de gestão de REEE mais competitivo e que permite às empresas uma redução significativa dos seus custos.

Esta Associação já entregou na APA - Agência Portuguesa do Ambiente nos últimos dias de 2014, o seu pedido de licenciamento.

A WEEECYCLE está confiante de que a APA será célere na apreciação e atribuição da licença. O mercado precisa de um novo dinamismo e Portugal tem que alcançar já a partir de 2015, metas de recolha e tratamento muito mais ambiciosas.

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Estagnação ou queda em 2014

Após um decréscimo médio de 30% nos últimos anos, o mercado português do solar térmico deu sinais de estabilização em 2014. Todavia, a faceta mais cautelosa das previsões da Associação Portuguesa da Indústria Solar - APISOLAR - aponta para a possibilidade de uma ligeira quebra de mercado.


Estabilização ou, no pior cenário, uma quebra ligeira que pode chegar aos 7%. Será um destes o desfecho provável para o mercado solar térmico nacional em 2014. A previsão menos positiva, que se baseia numa análise do Observatório Solar Térmico (OST) da Associação Portuguesa da Indústria Solar (APISOLAR), antevê que, no final de 2014, a nova área total instalada se situe nos 53 415 m2 (37 391 kWth) e a área acumulada nos 1 077 491 m2 (754 193 kWth). Tendo como referência estas previsões apontadas no OST, ficam por instalar cerca de 1 137 000 m2 até 2020, para se atinguir o objectivo definido pelo Plano Nacional para a Eficiência Energética e Energias Renováveis (PNAER) de 2 214 282 m2. Para o efeito, a APISOLAR apela ao governo que "adopte, com a maior brevidade, programas e medidas ajustados ao perfil de consumo dos portugueses que permitam alavancar o sector solar térmico nos próximos seis anos". E, assim, permitam o crescimento médio anual de 11.5%, até 2020, necessário para o cumprimento das ambições nacionais.

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Fonte: Edifícios e Energia

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"O principal impacto virá das regras de etiquetagem energética"

"Uma grande oportunidade, mas também um desfio" é como Pedro Dias, secretário-geral da Federação Europeia para a Indústria Solar Térmica (ESTIF), encara os regulamentos para a rotulagem energética e concepção ecológica de produtos que consomen energia (ErP). A partir de Setembro, as regras passam a ser válidas também para o solar térmico.

A partir de Setembro, os fabricantes de sistemas solares térmicos são obrigados a cumprir com a ErP. O que vai mudar?

Muita coisa irá mudar, mas não só no que se refere aos sistemas solares térmicos. Os regulamentos que entrarão em vigor em Setembro de 2015 regulam a rotulagem energética e o ecodesign (concepção ecológica) de aquecedores de ambiente, aquecedores combinados, sistemas mistos e aquecedores de água e reservatórios de água quente, os chamados LOT 1 e LOT 2. Estes regulamentos aplicam a este tipo de produtos duas directivas que promovem a eficiência energética. Estas duas leis comunitárias complementam-se e promovem de maneiras diferentes a redução de energia consumida pelos produtos: para ecodesign define requisitos de eficiência energética para produtos, e a rotulagem energética visa sensibilizar os consumidores sobre a eficiência energética de tais produtos. A primeira é dirigida aos fabricantes e a segunda aos consumidores. A rotulagem energética é a mais visível, pois regula a informação aos consumidores e já bem conhecida a sua aplicação a produtos como frigoríficos ou máquinas de lavar. Como se pode verificar, as mudanças serão bastante significativas para o aquecimento de água e ambiente. E, mais adiante, haverá também requisitos para equipamentos que usem biomassa.

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Fonte: Edifícios e Energia

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